terça-feira, 5 de maio de 2009

O Anti-Tabagismo Durante o III Reich

Com o começo do ano 2006, entrou em vigor uma lei na Espanha que regula o consumo de fumo em lugares públicos, transportes públicos e centros de trabalho. Com motivo disso, alguns dos detratores desta lei fizeram circular pela rede um texto intitulado "A lei anti-tabaco foi inventada pelos nazistas", com o propósito de desacreditar esta nova lei, porque como o cidadão médio, submetido ao bombardeio dos meios de desinformação, fizeram-lhe acreditar que todos os "nazistas" são intrinsecamente maus por natureza, se mostrar-lhe que medidas similares foram aplicadas durante o III Reich pensará que leis deste tipo são próprias de fascistas que só procuram impedir sua liberdade individual, seu direitos como cidadão do mundo e blablabla.

De todos os modos pelo que pudemos ler, a lei espanhola é muito pouco restritiva comparada com as leis que, por exemplo, há no estado da Califórnia onde não se permite fumar nos parques públicos nem em lugares públicos fechados, como bares, restaurantes e escritórios. Também não se pode fumar nas praias, nem num apartamento de aluguel se o proprietário não autorizar, e na rua os fumantes podem acender um cigarro só se estiverem, no mínimo, a seis metros de distância de um edifício público.

Podemos pôr também como exemplo um lugar que agradará mais aos políticos de salão, o "paraíso comunista" da Cuba, onde se proíbe fumar em todos os lugares públicos fechados incluindo escritórios, teatros, ônibus, táxis, trens, escolas, zonas de manipulação de alimentos e estádios esportivos.

O fumo segue representando o maior problema da saúde pública de nosso tempo, já que intervém em uma de cada cinco mortes da população geral e na metade das mortes entre 35 e 69 anos. O tema do fumo nunca se tinha levado, na Espanha, com a seriedade que merecem os 55.000 mortos que ocasiona anualmente. Legislava-se para conseguir seu controle, mas se esquecia de desenvolver aspectos tão elementares como os mecanismos necessários para que as leis fossem cumpridas.

Os historiadores e epidemiologistas mal acabam de começar a explorar o movimento anti-fumo desenvolvido na Alemanha durante o governo de Adolf Hitler. A Alemanha teve o mais forte movimento antitabaco do mundo na década dos anos 30 e na primeira metade da década dos anos 40, com medidas tais como a proibição de fumar em lugares públicos, proibições de propaganda, restrições para as rações de fumo para as mulheres, e a mais refinada investigação mundial sobre os efeitos do tabaco, contribuindo com provas científicas da já evidente relação entre o fumo e o câncer de pulmão.

Na última década os historiadores médicos contribuíram com estudos que melhoram nosso conhecimento sobre a medicina e a saúde pública na Alemanha do III Reich. Sabemos graças a isso que aproximadamente a metade dos médicos do sistema público de saúde estavam filiados ao NSDAP.

Muitos líderes nacional socialistas se opunham claramente ao consumo de fumo, como o Doutor Robert Ley, da Frente Alemã do Trabalho, sendo Adolf Hitler um dos mais ferrenhos em sua oposição.

O primeiro caso de um estudo controlado sobre a relação entre câncer de pulmão e tabagismo foi levado a cabo na Alemanha em 1939. Isto foi possível com a volta do Escritório Contra os Riscos do Álcool e do Fumo, estabelecido em 1939 pelo Doutor Leonard Conti, responsável dos Assuntos de Saúde do Reich, na qual tinha precedido no cargo Gerhard Wagner. O Instituto de Investigação dos Riscos do Fumo,estabelecido na Universidade de Jena, desenvolveu um segundo estudo em 1942. Este Instituto foi financiado com 100.000 marcos do Reich provenientes das finanças pessoais de Adolf Hitler.

Além das investigações sobre o tabagismo, também tinha muitas campanhas para promover o hábito saudável de não fumar. As Juventudes Hitlerianas e a Liga das Garotas Alemãs distribuíram abundante propaganda anti-fumo. Em 1942 a Federação das Mulheres Alemãs (BDM) lançou uma campanha contra o consumo de fumo e álcool. A Frente Alemã do Trabalho também desenvolveu muitas campanhas, onde se faziam muito insistentes, com os efeitos prejudiciais do tabaco para a saúde.


Estas campanhas estavam apoiadas também por uma legislação, que proibia fumar tanto alunos como professores em muitas escolas.

Considerava-se como negligência criminosa se os motoristas envolvidos em acidentes estavam fumando. Controlou-se estritamente a publicidade do fumo, e foi criada uma discussão sobre se os pacientes com doenças derivadas do tabagismo deviam receber o mesmo tratamento que os pacientes com doenças não derivadas do consumo de fumo.

A luta contra o tabagismo foi só um dos assuntos de saúde que receberam atenção por parte da Alemanha Nacional socialista. Também foram levadas a cabo campanhas contra o consumo de álcool. Recomendava-se consumir frutas e verduras, pão integral e não abusar das gorduras. Uma marcante figura da medicina do III Reich, Erwin Klein, predisse que no futuro se descobriria que o câncer era um resultado de uma dieta inconveniente. O consumo em excesso de creme era também particularmente desaprovado. O jornal oficial das SS, 'Das Schwarzes Korps', falou numa ocasião sobre os turistas alemães na Áustria que visitavam os cafés, que davam uma imagem "de onde se pode pensar que a Grande Alemanha foi criada só para que seus cidadãos pudessem “se encher” de bolos com creme". Um proeminente slogan pró-militarista rezava: "Poder de combate ou creme?".


Outro fator que se mostrou muito interesse sobre a noção de que um ambiente intra-uterino afetado pela nicotina e pelo álcool teria conseqüências no desenvolvimento dos filhos. Um manual de saúde de 1942 para mulheres grávidas proclamava: "Mães, deveis evitar absolutamente o álcool e a nicotina durante a gravidez e a lactância de vossos filhos. Estes elementos dificultam, danificam e destroem o curso normal da gravidez. Beber suco de frutas".

Apesar das campanhas levadas a cabo, entre 1933 e 1938 o consumo de fumo na Alemanha aumentou, com umas taxas de incremento superiores às da França que desenvolvia campanhas anti-tabaco menos ativas. O consumo per capita de cigarros na Alemanha entre 1932 e 1939 passou de 570 a 900 cigarros por ano, enquanto na França passou 570 a 630 cigarros por ano no mesmo período de tempo.

Igualmente que hoje em dia, há que levar em conta que as companhias tabaqueiras exerciam um grande poder econômico e político, e os ativistas anti-fumo alemães se queixavam freqüentemente de que seus esforços não podiam ser equiparados aos anúncios do "Estilo Americano" que utilizava a indústria do fumo. Os produtores nacionais de fumo neutralizaram toda a crítica mostrando-se como uns dos primeiros e ferventes apoiadores do Nacional socialismo, e não há que esquecer que as S.A (Sturm Abteilung) manufaturavam seus próprios cigarros das marcas Trommler, Alarm, Sturm e Neue Front Cigarettes na fábrica "Sturm Zigaretten".

Assim mesmo, a indústria tabaqueira lançou vários novos jornais e revistas com o propósito de contrariar a propaganda anti-fumo. Com uma estratégia que repetiriam nos Estados Unidos depois da II Guerra Mundial, algumas destas publicações tentavam desacreditar o movimento anti-fumo qualificando-lhes como "fanáticos" e "carentes de todo rigor científico".

Também há que levar em conta que o fumo cria uma importante fonte de renda para o tesouro público. Entre 1937 e 1938, as rendas provenientes dos impostos e tarifas sobre o fumo atingiram um bilhão de marcos do Reich. Em 1941, como resultado da união do Reich com a Áustria e a Boêmia, estas rendas foram incrementadas ao dobro. De acordo com o Escritório Alemão de Orçamentos Públicos, as rendas do fumo foram de 1/12 parte das rendas totais do Estado. Dizia-se que 200.000 de alemães viviam direta ou indiretamente da indústria do fumo, um argumento que foi rapidamente “dando a volta” daqueles que diziam que a Alemanha precisava de trabalhadores em indústrias realmente produtivas para a nação, pessoas que podiam ser recrutadas entre as que trabalhavam na indústria do tabaco.

As políticas anti-fumo na Alemanha se aceleraram no final dos anos 30, e nos primeiros anos da II GM o consumo de fumo já tinha começado a declinar. A Luftwaffe proibiu fumar em suas instalações em 1938, o mesmo que o Serviço Postal. A proibição de fumar se estendeu a muitos centros de trabalho, escritórios do governo, hospitais e casas de repouso.

O NSDAP proibiu fumar em seus escritórios em 1939, e nesse mesmo ano o chefe das SS, Heinrich Himmler anunciou a proibição de fumar para todos os policiais uniformizados e oficiais das SS enquanto estivessem de serviço, o que não impediu que, durante a guerra, um dos presentes que entregava Himmler aos membros da Waffen SS que tinham destacado, fosse um “porta-cigarros de prata” com sua assinatura pessoal.

Também no ano 1939 a revista da Associação dos Médicos Americanos apresentou um decreto de Hermann Goering onde se proibia que os soldados fumassem na rua enquanto estivessem de serviço, em marchas e desfiles, e nos períodos de permissão. 60 das principais cidades alemãs proibiram fumar nos transportes públicos em 1941, e em 1944 a proibição se estendeu a todas as cidades alemãs, incluindo os trens, vindo esta iniciativa do próprio Hitler, que estava preocupado pela exposição ao fumo das jovens condutoras. Também se proibiu fumar nos refúgios antiaéreos, ainda que em alguns deles tinham zonas separadas para fumantes. Durante os anos da guerra os cupons de racionamento de fumo foram denegados às mulheres grávidas e para todas as que tivessem menos de 25 anos, e os restaurantes e os cafés tinham proibido a venda para seus clientes. Estas medidas tinham como fim preservar a saúde das mulheres. A partir de 1943 foi decretado a proibição de fumar em público para todos os menores de 18 anos. Todas estas políticas se emolduravam dentro de uma campanha que pretendia marcar "o princípio do fim" do consumo de tabaco na Alemanha.

A epidemiologia sobre o fumo Alemão naquela época era a mais avançada em sua época. Os doutores Franz H. Muller em 1939 e Eberhard Schairer e Erich Schoniger em 1943 foram os primeiros a utilizar grupos de estudo seguindo métodos epidemiológicos para documentar a relação entre o câncer de pulmão e os cigarros, como mencionamos acima. Muller concluiu que "o importante aumento no consumo de fumo é a principal e mais notória causa do incremento da incidência de câncer de pulmão". As doenças do coração também foram mencionadas como umas das doenças mais graves produzidas pelo consumo de fumo. Nos últimos anos da guerra, se suspeitava da nicotina como a causadora das falhas coronárias sofridas por um surpreendente número de soldados na frente do Leste. Em 1944, um relatório de um médico militar apresentou que 32 jovens soldados dos quais tinha examinado uma vez mortos na frente de batalha por ataques do coração tinham sido todos "fumantes entusiastas". Este médico citava em seu relatório o patologista de Friburgo, Franz Buchner, que considerava que os cigarros deviam ser considerados "um veneno coronário de primeira ordem".

Em 20 de Junho de 1940, Adolf Hitler ordenou que as rações de fumo fossem distribuídas entre os soldados "de um modo que dissuadisse os soldados de fumar". As rações de cigarros estavam limitadas a 6 cigarros por pessoa ao dia. Com rações alternativas disponíveis para os não fumantes, como chocolate ou comida extra. Em ocasiões muito limitadas tinha cigarros extra disponíveis para fumar, mas estavam limitados a 50 ao mês por pessoa. As rações de fumo não podiam ser providas às mulheres da Wehrmacht. Uma ordem de 3 de novembro de 1941 aumentou as taxas sobre o fumo para um nível tão alto como nunca tinha estado, sendo entre 80% e 95% do preço de venda, com o fim de aumentar o preço e desincentivar o consumo. Depois da morte de Adolf Hitler, tiveram que passar mais de 25 anos para que as taxas sobre o fumo voltassem a incrementar.


Os efeitos destas e outras medidas, como as leituras por parte de médicos para desincentivar o consumo de fumo entre os soldados, conseguiram reduzir o consumo de fumo entre os militares durante os anos da II GM. Uma pesquisa efetuada em 1944 entre 1.000 membros do exército mostrou que enquanto a proporção de soldados fumantes tinha aumentado (só 12,7% eram não fumantes), o consumo de fumo tinha decrescido (em 14%). Mais militares eram fumantes (deles 10 tinham adquirido o hábito durante a guerra, enquanto só 7 tinham deixado), mas a média de consumo per capita de cada soldado tinha baixado quase 25% (23,4%) um consumo muito menor que o dos anos da préguerra entre o mesmo grupo. O número de fumantes ''intensivos'' (mais de 30 cigarros ao dia) tinha reduzido de 4,4% à 0,3%, e quedas similares foram registradas para os fumantes de ''intensidade média''.

A pobreza do pós-guerra provocou que o consumo não aumentasse. De acordo com as estatísticas oficiais alemãs, o consumo de fumo não voltou aos níveis da pré-guerra até meados dos anos 50. A queda foi muito significativa: o consumo alemão per capita diminuía a mais da metade entre 1940 e 1950, enquanto, por exemplo, o consumo nos EE.UU. dobrou durante esse período. Na França também aumentou, ainda que durante os quatro anos da ocupação alemã o consumo de cigarros diminuiu ainda mais do que na Alemanha. Depois da guerra, a Alemanha perdeu sua posição como a nação com umas das campanhas e uma ciência anti-tabaco mais agressiva. Depois da morte de Hitler, muitos dos doutores que trabalharam na campanha anti-fumo ou bem perderam seu trabalho ou foram silenciados. Karl Astelm, diretor do Instituto de Jena de Investigação dos Riscos do Fumo, que era, além disso, o reitor da Universidade de Jena e oficial das SS, suicidou-se em seu escritório na noite de 3 para 4 de Abril de 1945. O responsável dos Assuntos de Saúde do Reich, Leonardo Conti, outro ativista anti-tabaco, suicidou-se em 6 de outubro de 1945 numa prisão aliada onde estava à espera do julgamento por sua participação no programa de eutanásia. Hans Reiter, presidente do Escritório de Saúde do Reich, que numa ocasião definiu a nicotina como "o maior inimigo da saúde do povo" e "o estorvo número um da economia alemã" foi internado durante dois anos numa prisão americana, e posteriormente trabalhou como médico numa clínica de Kassel, não voltando jamais a exercer na saúde pública. O Gauleiter Fritz Sauckel, o cabeça do movimento anti-fumo de Turíngia e avalista em seus começos do Instituto de Investigação dos Riscos do Fumo, foi executado em 1 de Outubro de 1946. É surpreendente que todos os esforços para reduzir e eliminar o tabagismo na Alemanha fossem esquecidos depois da guerra.

Claramente havia alguns vínculos consideráveis entre promover alguns estilos de vida sãos e a idéia de defesa da raça. O fumo e o álcool eram considerados como "venenos genéticos" que levavam à degeneração do povo alemão, já que afetavam a fertilidade e podiam causar danos nos cromossomos. Talvez por este motivo, a opção por promover hábitos saudáveis durante o III Reich não foi dado a conhecer para o grande público, que como resultado de 70 anos de propaganda seguem pensando que todo "nazista" é mal e detestável por natureza.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Adolf Hitler: O Humanitário

Direito dos Trabalhadores

Era uma prática habitual na Europa que o proprietário de uma fábrica tivesse o poder de demitir imediatamente um empregado. Não havia nenhum recurso contra tratamento injusto de um empregador. Por outro lado, proprietários de fábrica não possuíam nenhuma proteção contra prejuízos provocados por greves e demandas por aumentos irrealistas de salário.

Adolf Hitler instituiu direitos legais justos para ambos: proprietários de fábricas e trabalhadores. Três órgãos reguladores foram legalmente estabelecidos para fornecer essa proteção.

Toda empresa com 20 ou mais pessoas deveria ter um “Conselho da Confiança”. Este conselho tinha o dever de promover o companheirismo e o trabalho em equipe dentro da empresa. Esperava-se do mesmo que resolvesse os litígios trabalhistas. Ambos, trabalhadores e a gerência tinham voz ativa na composição deste conselho. Disputas não resolvidas poderiam ser submetidas às “Comissões de Trabalho”.

As “Comissões de Trabalho” eram órgãos regionais que supervisionavam os “Conselhos de Confiança”. Eram essencialmente árbitros e conciliadores designados pelo estado, sem interesse em favorecer trabalhadores ou empresários. Devido à natureza técnica da indústria de manufatura, as “Comissões de Trabalho” eram assistidas pelo “Conselho Consultivo de Especialistas”, compostos pelos principais técnicos em seus campos de especialização.

Um “Tribunal de Honra Social” foi estabelecido para resolver os litígios trabalhistas que a “Comissão de Trabalho” não pudesse resolver. Cada tribunal era presidido por um juiz de carreira, assistido por dois juízes adjuntos, um representando os trabalhadores e outro representando a gerência. O sistema foi revolucionário e surpreendentemente bem sucedido. O mundo não havia visto nada como isso antes. O sistema com seus freios e contrapesos foi o mais esclarecido na história humana e o mundo não viu nada melhor desde então.

Greves violentas, bloqueios e ausências freqüentes no trabalho tornaram-se fatos do passado a pós a melhoria das relações entre trabalhadores e proprietários. Pelo fato do conflito de classes ser fundamental na estratégia marxista, a ameaça comunista de tomar o poder na Alemanha desintegrou-se e desapareceu.

Cartaz criado por Adolf Hitler: “A suástica une todas as classes”

Adolf Hitler também introduziu o regime de quarenta horas de trabalho por semana na Europa. As horas-extras de trabalho eram agora remuneradas em uma taxa crescente, o que não era feito em nenhuma outra parte do continente naquele tempo. E porque o regime diário de trabalho de oito horas tornou-se a norma, as horas-extras de trabalho tornaram-se mais facilmente disponíveis.

Enquanto muitos destes direitos são garantidos hoje, deve-se lembrar que naquele tempo, tal proteção social era desconhecida fora da Alemanha.


“Eles devem aprender a respeitar uns aos outros e a serem respeitados novamente – o intelectual deve respeitar o trabalhador manual e vice versa. Um não pode existir sem o outro” – Adolf Hitler – escrito durante a prisão – 1924.

Adolf Hitler freqüentemente visitava as fábricas para ele mesmo ver e ouvir dos trabalhadores e da gerência, se a nova legislação estava melhorando sua situação no trabalho. Ele andava pelas fábricas sem seguranças entre centenas de homens munidos de chaves de parafuso e gruas. Em seus doze anos de serviço e muitas fábricas visitadas, nunca houve um incidente adverso. Os trabalhadores o idolatravam.

Adolf Hitler encontra-se com trabalhadores rurais

Em uma outra inovação de Adolf Hitler, os intervalos durante o trabalho foram aumentados para duas horas por dia, assegurando uma ótima oportunidade para os trabalhadores relaxarem e usarem os campos para jogos e outras instalações que as grandes indústrias eram agora obrigadas a proporcionar.

Todo trabalhador alemão também recebia pensão e seguro em caso de doença ou incapacidade.

“Nós não eliminamos as classes para substituí-las por outras; nós eliminamos as classes para fazer com que o povo alemão se torne uno. Nossa educação também treina o homem para respeitar a realização intelectual: enquanto um nós persuadimos a respeitar a espada, outro nós persuadimos a respeitar a bússola ou a caneta. Todos agora são companheiros compatriotas alemães e é a realização de cada uma que determina o seu valor... O que é necessário é ensinar a cada classe e profissão a importância das outras. Todos juntos formam um poderoso organismo: operário, camponês e profissional.” – Adolf Hitler.

Higiene e Repouso no Local de Trabalho

No início dos anos 30, o mundo das fábricas era utilitarista e hostil para o corpo e espírito humano.

Ambientes funcionais escuros e de mau-cheiro para o trabalho pesado. Mas em 1933 a legislação obrigou as fábricas alemãs a se adequarem a um alto padrão de limpeza e higiene. As áreas internas tiveram que ser abertas para a luz.

As grandes fábricas tiveram que providenciar áreas de descanso, lanchonetes, vestiários adequados e até campos para jogos e piscinas.

Era um princípio que as condições de trabalho não poderiam prejudicar o bem-estar físico e espiritual dos trabalhadores.

Concertos e outros entretenimentos de grupos visitaram o país, acrescentando variedade e cultura ao ambiente de trabalho.

Em três anos, 17.000 lanchonetes foram criadas dentro das fábricas. Além disso, 13.000 instalações sanitárias com água encanada foram disponibilizadas para trabalhadores que anteriormente tinham que se contentar com primitivas latrinas e lavatórios.

Concertos tornaram-se uma atividade regular nas grandes fábricas. Berlim - 1943

Taxa de Criminalidade

Anarquia, prostituição, contrabando e outras mazelas anti-sociais estavam generalizados antes de Adolf tornar-se Chanceler. Atacando o problema de várias formas, o crime foi praticamente eliminado e as ruas das cidades tornaram-se regiões seguras e dignas, aptas para a vida familiar novamente.

“Milhares de americanos, ingleses e franceses visitaram a Alemanha durante os meses posteriores à revolução nacional e seriam capazes de depor como testemunhas oculares que não há nenhum país no mundo no qual a lei e a ordem são melhor mantidos que na Alemanha dos dias atuais. Que não há nenhum país no mundo em que a pessoa e a propriedade sejam mais respeitadas que no nosso, e que, talvez, não haja país no mundo que lute mais rigorosamente contra aqueles que acreditam serem livres para deixarem soltos seus mais baixos instintos em detrimento de seus semelhantes.” - Adolf Hitler.

Maternidade e Cuidados com a Infância

A organização “Mãe e Criança” foi fundada para assegurar bem-estar, saúde, segurança, segurança financeira e lazer para as mães e seus filhos e também para mulheres grávidas. Os 26.000 centros locais criados por volta de 1937 proporcionavam festividades a 1.800.000 crianças. Além disso, 4.319 novas creches e jardins de infância foram criados.

“Hoje na Alemanha há cerca de dois terços mais de creches que antes do Nacional-Socialismo assumir o poder. Milhares e milhares de crianças foram enviadas para casas especiais de festividades e de veraneio no interior do país e em praias. Seu número seria suficiente para para acompanhar os dois lados da rodovia Berlim-Nuremberg.” - Herr Hilgenfeldt. Chefe da Organização de Bem-Estar.

Cartaz do NSDAP, encorajando a saúde e os valores da família

Em 1937, foram aprovadas novas leis que tornaram ilegal a venda de álcool a menores. A Alemanha estabeleceu punição por dirigir sob a influência de álcool e reforçou a medida através da aplicação de testes sanguíneos a motoristas.

O governo alemão promoveu o consumo de água mineral como substituto ao álcool e conduziu extensas campanhas dirigidas aos jovens para encorajá-los a comer e beber saudavelmente e praticar bastantes exercícios; uma mente sã em um corpo saudável.


“Após 1945, Hitler foi acusado de todo tipo de crueldade, mas não estava em sua natureza ser cruel. Ele adorava as crianças. Era algo completamente natural para ele parar seu carro e dividir sua comida com jovens ciclistas ao longo da estrada. Uma vez, ele deu sua capa de chuva a um trabalhador desamparado durante uma chuva. No meio da noite ele poderia interromper seu trabalho para preparar comida para o seu cachorro Blondi.” - General Leon Degrelle.

Fonte:
http://adolfthegreat.com/Trails-Talent/humanitarian-maxi.html

terça-feira, 21 de abril de 2009

Cruz de Honra das Mães Alemãs

Hitler sempre valorizou as mulheres em reconhecimento aos seus méritos ao lado do III Reich. Uma das formas de reconhecimento, instituída em 16 de Dezembro de 1938 por iniciativa do próprio Adolf Hitler, foi a criação de uma condecoração conhecida como "Cruz de Honra das Mães Alemãs" (Ehrenkreuz der deutschen Mutter ou Mutterkreuz), que era concedida às mulheres que davam à Alemanha filhos "Ariernachweis" (de descendência ariana).

Uma mãe poderia receber a condecoração nas classes de bronze, prata ou ouro, dependendo da quantidade de filhos que gerara. Uma mãe com quatro filhos era condecorada com a medalha de bronze, com seis filhos recebia a medalha de prata e com oito filhos a de ouro. Houve até uma medalha de ouro incrustada com diamantes, que foi atribuída a um pequeno número de mulheres que tiveram entre doze e catorze filhos.

É importante recordar que um dos problemas enfrentados pela Alemanha, após a I Guerra Mundial e com a crise econômica dos anos 20, estava a diminuição do índice de natalidade. Como forma de garantir a geração de novos alemãs, houve o incentivo para que as mulheres tivessem filhos, não apenas condecorando-as com medalhas, mas garantindo a elas novos benefícios com a criação do sistema de seguridade social mais avançado do mundo na época, além de benefícios concedidos aos filhos.

Em 1939, mais de três milhões de mulheres receberam a condecoração. Mulheres das regiões anexadas pelo III Reich (como a Áustria e Danzig) também eram elegíveis à premiação.

As mães eram premiadas anualmente em 12 de Agosto (aniversário da mãe de Hitler) e no segundo domingo de maio (dia das mães).
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Cruz de Honra das Mães Alemãs em ouro, prata e bronze.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Aniversário de Adolf Hitler

Hoje é dia 20 de abril, aniversário de Adolf Hitler - o eterno guia do Nacional-Socialismo!
Hitler, Alles Gute zum Geburtstag!

1ª Parte:

2ª Parte:

3ª Parte:

4ª Parte:

domingo, 19 de abril de 2009

O Significado da Suástica

Em milhares de anos da história da humanidade, nenhum símbolo foi tão marcante quanto o seu primeiro. A Suástica, hoje proibida e banida em diversas nações Arianas, por seus devidos governos antiarianos, representa todo e seu passado e toda a sua vida. A cruz gamada é o mais antigo símbolo da espécie humana, aparecendo em praticamente todas as culturas na antigüidade, e sempre com um significado similar ou relacionado, porém, em nenhuma outra raça, a Suástica representa toda a sua alma e seu espírito, como na raça Ariana. E o que vai ser demonstrado é que o significado e a essência da Suástica vai muito mais além do que de qualquer outro símbolo conhecido. Que o que ela representa é muito maior do que nós.

É um símbolo de poder, um símbolo de orgulho, de força, de Honra. O primeiro significado da Suástica e o mais conhecido é o significado solar, a Suástica a princípio significa o Sol, o elemento que mais fascinou todos os antigos povos, porém, isso não reduz a Suástica a um simples elemento astronômico. O Sol é a estrela da vida, e a força, sem o Sol não há vida, sem o Sol não há criação, o que faz ele representar o maior símbolo de força e poder, não um poder ou força opressora, mas um poder espiritual e triunfal. O Sol é a fonte do calor e da luz. O homem não controla o Sol, este está além do domínio humano, é algo maior que o ser, maior que todos nós. Por isso a Suástica simboliza tudo que é bom e positivo na criação, e nos ilumina e nos eleva espiritualmente. Isso mostra como a antiga cruz gamada, ou Suástica, representa uma religião, um ideal totalmente incorporado na Cosmovisão Nacional-Socialista, pois está é uma doutrina de luz, de vida. A Suástica é a luz divina, a luz solar que desce sobre os homens, o combustível da criação, da excelência, do triunfo e da vitória!

A própria pronúncia da palavra “Suástica” vem de uma antiga expressão indiana que é “Su asti ka” que significa “e assim seja” ou “boa sorte”. Isso demonstra que desde o início a Suástica só representa o que é positivo, construtivo, nunca o contrário.

É necessidade do Homem de abandonar por um momento o seu corpo, de sair de si próprio e de se elevar à algo maior e muito mais grandioso do que ele mesmo.

O NSDAP (Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães) tem sua origem numa antiga sociedade espiritual, a Thule Gesellshaft (Sociedade Thule), cujo símbolo era a Suástica redonda, que representa o movimento, o progresso, o desenvolvimento, o infinito. Em 1918, seu fundador, Sebottendorf, fez o seguinte juramento:

“Tenho a intenção de empenhar a Thule Gesellshaft neste combate, e tanto tempo quanto minhas mãos se mantiver o martelo de ferro... Faço o juramento sobre esta cruz gamada, sobre este sinal que nos é sagrado, que tu entendas, oh Sol triunfante! Continuarei fiel a vós. Tende confiança em mim como tenho confiança em vós... Nosso deus é o pai do combate e sua Runa é a da águia... que é o símbolo dos Arianos. Também para marcar a faculdade de combustão espontânea da águia, iremos representa-la em vermelho... tal é o nosso símbolo, a águia vermelha, que nos recorda ser necessário passar pela morte para poder reviver”.

O que a suástica representa está além do corpo e da matéria, a cruz gamada não representa um plano meramente físico, mas sim o plano espiritual, a Suástica é o fogo e a força interna, a força do homem, mas o impulso, a potência para a superação de si, para a criação do novo homem. As palavras do filósofo alemão Nietzsche figuram isso perfeitamente:

“O Homem é uma corda, atada entre o animal e o Sobre-Homem – uma corda sobre o abismo”.

“O que é grande no Homem, é que ele é uma ponte e não um fim: o que pode ser amado no Homem, é que ele é um passar e um sucumbir”.

Nietzshe diz que o Homem deve ser superado, é uma superação de si, algo pessoal, apenas o individuo consegue mudar a si próprio, e a Suástica também representa essa busca pela excelência.

A Suástica é o culto à beleza da raça e da humanidade, um culto à Natureza divina e sua criação. É a fé no Homem e fé em sua superação e sua excelência.

A idéia Nacional-Socialista do Triunfo da Vontade consiste na habilidade pessoal que nós, como humanos, temos de mudarmos a nós mesmos para melhor, uma revolução pessoal, uma superação de si, algo individual, do qual apenas nós somos responsáveis, e depois de mudarmos o ambiente e ajudarmos as pessoas ao nosso redor a fazerem o mesmo, se superarem e melhorarem. Foi essa transformação positiva que Adolf Hitler fez na construção do primeiro Reich Nacional-Socialista, ou III Reich Alemão. Hitler com a confiança e apoio de toda a nação, de todo o povo fez essa reforma espiritual, essa reforma absolutamente positiva em seu ambiente. Adolf Hitler representou a ultima rebelião do homem contra o império do egoísmo e o poder do dinheiro, e estes últimos concluíram sua missão ao destruir, ou tentar destruir o que o eterno Führer construiu com o Triunfo da Vontade. O Triunfo da Vontade, Adolf Hitler, o Reich Nacional-Socialista SÃO a Suástica, são demonstrações concretas do poder e da força da Suástica ao despertar a essência da alma e de despertar sua busca pela excelência.

Uma nova sociedade e um novo Império, algo que o mundo nunca havia presenciado, onde os princípios fundamentais de Honra comandaram e se manifestaram na alma de todo um povo, algo que Hitler fez sozinho, essa foi a demonstração do Triunfo da Vontade pessoal, de ter se superado e depois de ter feito o seu povo, sua raça, sua estirpe também se superarem. Isso é a Suástica. Instituições como a Hitler Jugend e a SS são demonstrações de toda a Honra Nacional-Socialista. Através destas duas instituições ele tratou de mudar as pessoas para melhor, ou de despertar sua essência como membros de um povo e membros de uma raça. Mais uma vez a Suástica esteve presente nestas conquistas.

“Aquele que viu o Nacional-Socialismo só como um movimento político não viu absolutamente nada”. (Adolf Hitler)

Adolf Hitler e outros grandes homens do NSDAP sempre tentaram fazer as pessoas entenderem que a essência do Nacional-Socialismo não é política, a essência do Nacional-Socialismo é espiritual, ela representa as Leis Naturais, como a Natureza é manifestada em nós através da raça, de que nós não somos indivíduos isolados, nós somos parte de uma raça, de um povo, os nossos atos não afetam apenas nós isoladamente, e sim todo o nosso ambiente como um todo. O indivíduo é parte de um todo. Ao ajudarmos nosso povo nós estamos ajudando a nós mesmos. Devemos servir o nosso povo, quando nosso povo estiver livre, nós, como parte dele, também estaremos. Ao nos separarmos dele e nos considerarmos indivíduos sem valores supremos, nós estamos traindo a nossa raça, estamos sendo egoístas, estamos abandonando valores que são maiores do que nós. E o Nacional-Socialismo acredita que o nosso povo é maior que nós separadamente, o Nacional-Socialismo manifesta os valores supremos, isto é, que estão acima de nós.

“O Nacional-Socialismo está ligado a sua Cosmovisão (Weltanschauung). Ele existe para ela e desaparecerá com ela”. (Alfred Rosenberg)

O Nacional-Socialismo é uma Cosmovisão acima de tudo. A política é uma conseqüência, a política é uma maneira de aplicarmos através de um Estado, de um governo. Esta Cosmovisão, que inclui seus princípios e seus valores. É infantil colocar o Nacional-Socialismo como uma simples visão política antimarxista, anticapitalista, pois o NS não é um conjunto de “contras” e sim uma Cosmovisão, uma doutrina, um corpo de idéias baseada nos princípios de Honra, Lealdade e Dever.

Tudo isso representa a manifestação do poder da Suástica sobre espíritos honrados.

A Suástica tem o poder de despertar o interior natural da alma Ariana, assim como a raça é apenas uma manifestação exterior e física da alma. Toda raça tem sua alma, toda raça cultiva seu alto ideal. Isto é verdade, ao estudarmos o comportamento de cada etnia pela história e por todo o globo veremos como as ações de cada uma delas seguiram um mesmo caminho e mesmo objetivo. A raça Ariana sempre cultivou os mesmos valores, os Homens sempre colocaram os interesses do seu povo antes do seu interesse pessoal, a raça Ariana sempre entendeu a força da natureza sobre nós, sempre manifestou essa compreensão através de seus mitos e lendas. Os deuses e avatares Arianos sejam Wotan, Odin, Manu, Kalki ou Zeus representam os mesmos ideais, apenas com outros nomes, representam o arquétipo que o Ariano deve seguir, pois este é sua essência e sua Natureza. Os deuses são uma manifestação do povo e representam sua consciência e de sua Cosmovisão, por isso estas sagas e mitos são a melhor maneira de entender a Cosmovisão Ariana. O que é curioso é que esta Cosmovidão Indo-Ariana é que ela não é focada em um indivíduo ou em um pequeno grupo, é o pensamento e alma de todo um povo, é a união através das origens e do sangue, embora tenha sido alterada com a presença de elementos antiarianos como a usura e o egoísmo, a Natureza racial pode e deve ser libertada e manifestada pela Suástica. A Suástica e seu significado são originados pela força do sangue. A Suástica é um símbolo do sangue manifestado. Essa é a alma racial, é a essência, é o interior, o subconsciente, e isso se manifesta fisicamente através da raça. Isso a suástica deve despertar, ela pode, ela foi criada para isso, ela é a demonstração simbólica de todo o poder e a força espiritual, ela se manifestou inúmeras vezes durante a história e teve seu auge durante a criação do Império Nacional-Socialista, mas ela deve ressurgir.

Hoje as nações Arianas estão literalmente ocupadas pelas forças sionistas, pelo egoísmo, pelo poder do dinheiro e estas forças negativas usam de todos os artifícios, desonrados e imorais para deturparem o significado espiritual da Suástica e sua força altamente positiva e criativa sobre as pessoas. Marginalizaram nosso símbolo e tentaram o destruir de todas as maneiras, mas a opressão há de acabar, e só a antiga runa, o antigo sinal que tem sua base no sangue e na alma pode combater a tirania.

Mjollnir – O Martelo de Thor

Ao aparecer no norte da Europa através de sagas, mitos e lendas heróicas, a Suástica representava Mjollnir, o martelo do Deus do Trovão, Thor e aqui cito sua invocação simbólica como consta no livro "Creed of Iron" para posterior análise:

“Salve Thor! Deus do Trovão! Defensor de Asgard e Midgard.
Dote-nos com coragem e nos ajude na luta
Contra os inimigos de nossa fé, família e povo.
Corajoso Thor!
Guerreiro entre os deuses e firme em lealdade e fidelidade.
Proteja-nos e nos encoraje com a força
De seu poderoso e invencível martelo.
Talvez tudo seja como você queira
E todo o nosso povo fique com você como você ficou conosco.
Talvez força e Honra esteja com você e sempre com nosso povo”.


Thor é considerado o mais forte de todos os deuses da mitologia nórdica e germânica. Como demonstrado na invocação, ele é o defensor do reino de Asgard (reino dos deuses) e de Midgard (a terra média, terra dos homens). Thor sempre defende seu povo, sempre se mantêm por ele, sempre é honrado e leal. Como demonstram as antigas Eddas, os contos e canções, que embora sejam simbólicas, não representam apenas mitos e lendas da Antiga Religião, nem são ultrapassadas, as eras se passaram mas a mensagem é a mesma, a raça e sua alma se mantiveram, não importa quanto tempo tivermos pela frente, as lições são as mesmas, apenas representadas através de seus mitos, pois os mitos representam o povo, representam sua Cosmovisão, como eles vêem o mundo, e a Cosmovisão Ariana está representada nos antigos contos, seja com as Eddas nórdicas e germânicas, com a Ilíada e a Odisséia grega, ou o Bagavahg Gitã e as Vedas da antiga Índia Ariana, a mensagem é a mesma apenas representada de outra maneira. Retornando aos mitos Nórdicos, a Suástica como runa representa o martelo de Thor, este mesmo martelo era preso ao pescoço em forma amuleto pelos Vikings para garantir sua proteção, seu poder e sua força. Os deuses guerreiros da família Aesir diziam que o martelo Mjollnir era seu maior tesouro, pois lhe permitia proteger Asgard dos gigantes. O martelo era erguido ao nascimento de novas crianças que eram aceitas na comunidade e também era usado em funerais. Em uma antiga saga, Thor ao comer seus bodes, fez o sinal do martelo para lhes ressuscitar. Este sinal era um antigo sinal que depois foi copiado pelos cristãos e transformado em sinal da cruz, ele significava proteção imediata e benção para todos que o faziam. Mais uma vez a Suástica é a fonte da vida, da criação e da proteção suprema. Thor quem rugia os trovões pelo seu martelo e dava aos homens a luz do Sol, a Suástica, a força do martelo e do deus Thor são o Sol.

Aqui cito um trecho do livro “Deuses e Mitos do Norte da Europa”, de autoria de H.R. Ellis Davidson:

“Parece realmente que o poder do deus do trovão, simbolizado por seu martelo, se estendia por tudo o que tinha a ver com o bem-estar da comunidade. Ele cobria o nascimento, casamento, morte e cerimônias funerárias e de cremação, e os juramentos feitos pelos homens. A famosa arma de Thor não era apenas o símbolo do poder destrutivo da tempestade e do fogo do céu, mas também uma proteção contra as forças do mal e da violência. Sem ela, Asgard não poderia ser mais atingida pelos gigantes e os homens contavam com ela também para lhes dar segurança e garantir a regra da lei”.

A antiga tradição do martelo dos juízes da corte que estabelece a ordem também vem dos antigos povos europeus ao usarem o Mjollnir para comandarem uma sociedade justa, para proteger o povo. A Suástica.

Vale a pena lembrar mais um mito germânico que envolve Thor e o Mjollnir. Em sua pescaria, Thor ao ser atacado pela maligna serpente de Midgard ergue seu martelo e a destrói. Se fizermos uma analogia por um ponto de vista Nacional-Socialista, a serpente representa o poder do dinheiro e do sionismo e da supremacia judaica, e o Mjollnir representa a Suástica que combate a usura e o inimigo dos povos.

Isso foi apenas um exemplo da idéia do inconsciente coletivo de Carl G. Jung, é a presença que está obviamente além de nossa atual consciência, mas que se manifesta involuntariamente. Assim como um dos fenômenos do nosso Führer espiritual Adolf Hitler foi ele ser, pessoalmente, a manifestação do subconsciente, do inconsciente, dos desejos e aspirações mais profundos, mais intensos, mais reais, mais humanos de toda uma raça. Adolf Hitler é o arquétipo, é a manifestação física e pessoal da raça ariana. Assim como a Suástica também o é, mas de uma forma simbólica. Ele e ela, Adolf Hitler e a Suástica, são sinônimos, são o mesmo conjunto cósmico, o mesmo ser, que é a essência racial que é a alma Ariana. Por isso ambos tem esse poder e o fizeram nos anos 30, despertaram esse subconsciente coletivo, que nada mais é do que a alma racial Ariana com outro nome. E ambos são o poder da Suástica manifestada espiritualmente e fisicamente sobre os Homens e que ela desperta algo forte, verdadeiro e interior.

Por isso e mais, ao aceitarmos e compreendermos o significado e sabedoria da Suástica, nós devemos entender, ou pelo menos procurarmos e nos esforçarmos para entendermos a verdade proibida pelos atuais governos, do que é a verdade sobre o Nacional-Socialismo e sua essência absolutamente positiva, sobre sua Cosmovisão, sobre o Triunfo da Vontade. Nós devemos esquecer, ignorar toda a lavagem cerebral da mídia e do poder sionista manifestado que há mais de 70 anos vem destruindo e corrompendo o que há de melhor, de saudável, de humano no Nacional-Socialismo. Só a verdade liberta, conhecer a verdade é uma tarefa individual, de esforço pessoal. A ignorância é reconfortante, mas nós devemos escolher o nosso caminho. O caminho natural da raça Ariana pela sua Natureza como vem sido demonstrado durante a história é o caminho da verdade, da Honra, da Lealdade e do Dever. O que vem ao caso não é sermos biologicamente de origem Indo-Européia, branca, Ariana e sim de manifestarmos nossa alma, de nos libertarmos espiritualmente, de sermos espiritualmente Arianos, ao fazermos isso nós manifestamos nossa Natureza, nosso ser, e ele é belo, ele está representado pela Suástica e pela força e sabedoria do Nacional-Socialismo. O escritor e inglês H.S. Chamberlain escreveu em seu Arische Weltanschauung (Cosmovisão Ariana): “Eu disse em outra ocasião: ser ‘Ariano’ não é o ponto, nos tornarmos ‘Arianos’ é o que importa”. E cito mais uma frase:

“Nunca esqueça essa única coisa: pelo pensamento apenas, o pensamento pode ser libertado; aquele que não tem a coragem e o poder de repensar os pensamentos da raça Ariana, é e continuará a ser um servo, não importando sua ancestralidade, pois ele é mentalmente prisioneiro, cego, preso à terra”.

A escolha é pessoal, ser um servo ou não. A vida é luta. Nós devemos criar consciência de nossa situação atual, devemos meditar sobre os assuntos e entendermos nosso estado, e a opressão e tirania sobre o nosso povo. A Suástica é um símbolo, ela representa isso, mas ela sozinha não faz nada, deve nos despertar, nos comandar para a vitória, para o triunfo e para a liberdade, o resto é conosco.

Há um grupo de pessoas, um grupo apenas, que controla o que nós vemos na TV, o que nós lemos, o que nós assistimos nos cinemas, o que escutamos no rádio, este mesmo grupo se mantém unido há milhares de anos e o mais homogêneo possível, ele entende que através da sua homogeneidade ele se manterá, tudo o que recomenda e que força às outras raças através dos meios de comunicação é aquilo que não aceita e não permite para si, porque sabe que irá destruí-lo por dentro.

O Homem Ariano se tornou escravo do dinheiro e do capital. O materialismo faliu no homem, na sociedade e na raça. O pensamento de cada-um-por-si está ficando maior e vai aumentar até as pessoas colocarem seu povo antes de si próprias. O tempo em que nós éramos partes de uma raça e não apenas indivíduos existiu, existiu durante milhares de anos, este tempo construiu impérios, deu luz a civilizações, deu luz à vida e a justiça. Este tempo foi real, e nós devemos recriá-lo.

O dinheiro se tornou ideal moral, religião, a meta final dos povos, o valor superior que antes era a nossa comunidade, estirpe, clã se reduziu ao egoísmo. Nós nos identificávamos com nossos companheiros, trabalhávamos juntos, tínhamos os mesmos valores, nós éramos realmente um povo. Isso é um valor superior, algo que está além de nós, assim como o herói é aquele que luta e morre por algo maior do que ele próprio.

A Suástica é o nosso sangue que é a criação, a herança a esperança de um novo futuro.

A chama da raça Ariana e da liberdade começou a se apagar quando o homem se rendeu ao egoísmo, esqueceu de suas origens, do seu povo, parou de amar aqueles que são responsáveis pelo que somos hoje. O dinheiro, e não o triunfo, se tornou sua meta principal na vida.

A Suástica tem sua base no sangue, a Suástica tem sua origem como o primeiro símbolo da humanidade e ela se mantêm ainda hoje, muito mais fraca do que antes, e pode apagar. O que apaga junto é nossa história, nossas conquistas, nossas criações.

Nós estamos encarando um problema novo, enquanto crises políticas, sociais e econômicas podem ser resolvidas, o fim de uma raça não. A raça Ariana se extinguiu no antigo Egito, no antigo Oriente Médio, na antiga Índia e agora a extinção chegou ao berço: a Europa. Com a extinção a raça nunca será refeita, a maior raça que pisou e que marchou sobre a terra está enfrentando o seu fim, a dominação e a escravidão estão caindo sobre o nosso povo. É hora de tomarmos uma atitude. Nós devemos entender e valorizar o legado de nossos antepassados, este legado, esta herança está presente em nós, nós não devemos destruí-lo, devemos resistir e nos revoltarmos contra a tirania.

Os grandes Homens são um produto do povo Ariano, estes grandes Homens e suas conquistas não morrem nunca, são imortais, assim como os bons espíritos. Estes Homens são parte do legado do nosso povo e são parte de nós. A base de nossa existência é a herança dos nossos antepassados e nós somos partes deles como nossos filhos serão parte de nós. Sangue do nosso sangue. E assim o legado deve se perpetuar, porque este é sagrado.

A bandeira vermelha, branca e negra deve ser hasteada novamente. A Suástica despertará algo interior e mais forte do que o nosso corpo e nossa mente, ela despertará algo além da existência física e material, despertará nossa alma e nossa essência! A Suástica nos salvará da extinção, da opressão e da tirania. Nos mostrará a verdade, será a luz, o Sol, a criação e a vida, enquanto a raça Ariana sobreviver, a força da Suástica viverá, pois ela é mais forte que tudo! Ela desperta exteriormente nossa Natureza porque ela é a Natureza! A Suástica é o fogo para a vitória e para a glória!
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sexta-feira, 17 de abril de 2009

Adolf Hitler e o Projeto Autobahn

As primeiras rodovias no mundo foram construídas na Alemanha. Elas foram concebidas por um pobre artista esforçado chamado Adolf Hitler. Os livros que ele leu instruíram-no sobre muitos aspectos do planejamento urbano e de rodovias, e, além disso, ele tinha uma habilidade para simplificar problemas complexos e um dom para manter os projetos em harmonia com a natureza. Seus sonhos de amplas, seguras e belas estradas levaram-no a estudar as pontes e a arquitetura. Mais tarde, ele viria pessoalmente a autorizar projetos de pontes e, algumas vezes, lançar concursos nos quais o design com melhor projeto e beleza ganharia dinheiro e prestígio.

As rodovias deveriam possuir 24 metros de largura e deveriam estar em harmonia com a paisagem. Rocha natural local seria preferencialmente utilizada para realçar as belas estradas que se integrariam e divergiram como grandes obras de arte.

Mesmo as estações de serviço e os restaurantes foram planejados de antemão, associados à arquitetura local e em harmonia com o ambiente.

O projeto Autobahn também foi concebido para proporcionar trabalho para os desempregados. As estradas normais eram geralmente pavimentadas com betume ou asfalto, os quais a Alemanha tinha de importar. Mas como a Alemanha não tinha câmbio para isso, então foram inventadas as estradas pavimentadas com lajes de concreto, cujos materiais encontravam-se disponíveis na Alemanha.

As rodovias eram de uso gratuito (sem pedágios). Adolf não penalizou a população por viajar. Centenas de novos negócios surgiram ao longo dos 2.000 km de rodovias que foram concluídas antes da guerra. As novas estradas eliminaram o congestionamento nas estradas antigas e geraram receitas tributárias com a abertura de novas empresas.

Turismo e comércio floresceram como nunca antes.
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Hitler só aceitou projetos para a Autobahn de pontes que se harmonizassem com a natureza e que fossem esteticamente bonitas.

A Alemanha celebra a conclusão da primeira parte da Autobahn em 1935. O mundo inteiro veio, viu e copiou.

* Autobahn significa rodovia em alemão.

Fonte: http://adolfthegreat.com/Trails-Talent/autobahn.html

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Descoberta na Croácia Vala Comum da II Guerra com 4500 Corpos

Uma vala comum com cerca de 4500 corpos de aliados dos nazis, executados no finais da II Guerra Mundial pelo antigo regime comunista jugoslavo, foi encontrada a cerca de 20 km a oeste de Zagreb, anunciou este sábado a imprensa local.

São seis fossas situadas em Harmica, na região de Zapresic, próximo da fronteira entre a Croácia e a Eslovénia. A análise dos ossos encontrados indicou que eram humanos, segundo a imprensa local.

Entre as vítimas estão soldados do regime ustachi croata, aliado dos nazis, e de cerca de 500 oficiais do exército alemão, segundo o site do jornal Jutarnji List.

Um representante croata do Comité Helsinki para os Direitos Humanos, Ivan Zvonimir Cicak, declarou ao Jutarnji List que as vítimas eram "membros da 39ª divisão da Wermacht, composta por soldados croatas comandados por oficiais alemães".

Esta divisão rendeu-se aos soldados comunistas do marechal Tito próximo da cidade croata de Rijeka, no início de 1945. Provavelmente, exército comunista executou-os e depositou os corpos nas fossas de Harmica.

A estimativa do número de vítimas foi estabelecida com base em testemunhos.

Segundo Cicak, outras valas da mesma época poderão estar localizadas na mesma região.

Durante a II Guerra Mundial, milhares de sérvios, ciganos e judeus foram assassinados pelo regime ustachi croata, derrubado mais tarde pelos seguidores jugoslavos de Tito.