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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Adolf Hitler e a Volkswagen

Enquanto estava na prisão, Adolf Hitler sonhou com uma rede de rodovias estendendo-se por todo o país, de norte a sul, leste a oeste. Ele falou de um pequeno carro, pelo qual as pessoas comuns poderiam pagar e com o qual poderiam viajar por essas rodovias, abrindo o país ao povo alemão.

"Ele deve ter a forma de um besouro". - Adolf Hitler

Logo após tomar posse como Chanceler Alemão, Adolf Hitler anunciou planos para construir um carro barato para as famílias alemãs e oferecer-lhes mediante pequenos pagamentos.

Naqueles dias os trabalhadores não tinham carros porque eram muito caros e as rodovias eram primitivas e congestionadas. O “Volkswagen” custou no fim apenas um décimo do que um automóvel normal custava naquela época. Por isso muitos alemães puderam pela primeira vez explorar seu próprio país.

A produção derivada nesta indústria viria a tornar-se uma das mais importantes indústrias e fonte de empregos da Alemanha.

"Hitler costumava descrever como o povo da cidade retornava de seus passeios de domingos em trens superlotados, tendo os botões de suas roupas despregados, seus chapéus amassados, seu bom-humor arruinado e todo o benefício do descanso perdido; como isso seria diferente se os trabalhadores da cidade pudessem adquirir seus próprios carros para saírem em verdadeiros passeios de domingo". - Schwerin von Krosigk

Um esvaecido esboço inicial feito por Adolf de como o carro que ele concebia deveria parecer. O esboço foi desenhado no restaurante “Osteria Baveria” em Munique para Jacob Werlin, chefe da agência Daimler-Benz. Adolf Hitler o instruiu: “Leve isso com você e converse com as pessoas que entendem disso mais do que eu. Mas não se esqueça disso. Eu quero ouvir de você em breve, sobre os aspectos técnicos”.

A pessoa que Adolf Hitler escolheu para projetar o Fusca foi o genial engenheiro alemão, Professor Ferdinand Porsche.

Abaixo, um anúncio retratando o símbolo “VW” da Volkswagen dentro de um ornamento de forma semelhante ao da Suástica, o Professor Posche benevolentemente olhando para sua ilustração de uma pacífica família alemã aproveitando os benefícios do mais barato e amado carro do mundo.


Cerca de 336.000 alemães depositaram dinheiro em um programa de poupança iniciado pela KdF - Kraft durch Freude (Força através da Alegria) e gerido pela empresa Volkswagen, que utilizou os fundos para construir a maior fábrica de automóveis na Europa.

Foi prometido aos participantes alemães que os primeiros veículos seriam entregues em 1940. Claro que a guerra mudou tudo isso já que a produção foi inicialmente desviada para uso militar.

Depois da guerra, o sistema de poupança foi honrado na íntegra pela VW para todos os alemães a oeste da Cortina de Ferro, mas não foi politicamente possível fazê-lo também para os alemães na Alemanha Oriental comunista.

"Fünf Mark die Woche musst Du sparen, willst Du im eigenen Wagen fahren" - Guarde 5 Marcos por semana se você deseja dirigir seu próprio carro.

Antigo anúncio da Volkswagen.

Adolf Hitler com o primeiro modelo do carro que ele imaginou.

VW emblema. O nome "Volkswagen" foi escolhido por Adolf Hitler.

Antigo anúncio da Volkswagen para o carro “Força através da Alegria”.

Protótipo do Modelo-12 VW.

Durante a guerra, a produção foi desviada para o uso militar. O “Kuebelwagen” (acima) foi construído essencialmente em torno do modelo do Fusca e funcionava excepcionalmente bem mesmo no deserto norte africano.

Schwimmwagen também foi construído em torno da base do Fusca e foi projetado para andar a maior parte submerso através de rios e de outras massas de água que parariam qualquer veículo normal.

Mesmo depois da produção do carro mais popular de todos os tempos ter sido interrompida, a fascinante forma básica concebida por Adolf Hitler gerou um novo Fusca, o “New Beetle”, produzido no século XXI.

terça-feira, 5 de maio de 2009

O Anti-Tabagismo Durante o III Reich

Com o começo do ano 2006, entrou em vigor uma lei na Espanha que regula o consumo de fumo em lugares públicos, transportes públicos e centros de trabalho. Com motivo disso, alguns dos detratores desta lei fizeram circular pela rede um texto intitulado "A lei anti-tabaco foi inventada pelos nazistas", com o propósito de desacreditar esta nova lei, porque como o cidadão médio, submetido ao bombardeio dos meios de desinformação, fizeram-lhe acreditar que todos os "nazistas" são intrinsecamente maus por natureza, se mostrar-lhe que medidas similares foram aplicadas durante o III Reich pensará que leis deste tipo são próprias de fascistas que só procuram impedir sua liberdade individual, seu direitos como cidadão do mundo e blablabla.

De todos os modos pelo que pudemos ler, a lei espanhola é muito pouco restritiva comparada com as leis que, por exemplo, há no estado da Califórnia onde não se permite fumar nos parques públicos nem em lugares públicos fechados, como bares, restaurantes e escritórios. Também não se pode fumar nas praias, nem num apartamento de aluguel se o proprietário não autorizar, e na rua os fumantes podem acender um cigarro só se estiverem, no mínimo, a seis metros de distância de um edifício público.

Podemos pôr também como exemplo um lugar que agradará mais aos políticos de salão, o "paraíso comunista" da Cuba, onde se proíbe fumar em todos os lugares públicos fechados incluindo escritórios, teatros, ônibus, táxis, trens, escolas, zonas de manipulação de alimentos e estádios esportivos.

O fumo segue representando o maior problema da saúde pública de nosso tempo, já que intervém em uma de cada cinco mortes da população geral e na metade das mortes entre 35 e 69 anos. O tema do fumo nunca se tinha levado, na Espanha, com a seriedade que merecem os 55.000 mortos que ocasiona anualmente. Legislava-se para conseguir seu controle, mas se esquecia de desenvolver aspectos tão elementares como os mecanismos necessários para que as leis fossem cumpridas.

Os historiadores e epidemiologistas mal acabam de começar a explorar o movimento anti-fumo desenvolvido na Alemanha durante o governo de Adolf Hitler. A Alemanha teve o mais forte movimento antitabaco do mundo na década dos anos 30 e na primeira metade da década dos anos 40, com medidas tais como a proibição de fumar em lugares públicos, proibições de propaganda, restrições para as rações de fumo para as mulheres, e a mais refinada investigação mundial sobre os efeitos do tabaco, contribuindo com provas científicas da já evidente relação entre o fumo e o câncer de pulmão.

Na última década os historiadores médicos contribuíram com estudos que melhoram nosso conhecimento sobre a medicina e a saúde pública na Alemanha do III Reich. Sabemos graças a isso que aproximadamente a metade dos médicos do sistema público de saúde estavam filiados ao NSDAP.

Muitos líderes nacional socialistas se opunham claramente ao consumo de fumo, como o Doutor Robert Ley, da Frente Alemã do Trabalho, sendo Adolf Hitler um dos mais ferrenhos em sua oposição.

O primeiro caso de um estudo controlado sobre a relação entre câncer de pulmão e tabagismo foi levado a cabo na Alemanha em 1939. Isto foi possível com a volta do Escritório Contra os Riscos do Álcool e do Fumo, estabelecido em 1939 pelo Doutor Leonard Conti, responsável dos Assuntos de Saúde do Reich, na qual tinha precedido no cargo Gerhard Wagner. O Instituto de Investigação dos Riscos do Fumo,estabelecido na Universidade de Jena, desenvolveu um segundo estudo em 1942. Este Instituto foi financiado com 100.000 marcos do Reich provenientes das finanças pessoais de Adolf Hitler.

Além das investigações sobre o tabagismo, também tinha muitas campanhas para promover o hábito saudável de não fumar. As Juventudes Hitlerianas e a Liga das Garotas Alemãs distribuíram abundante propaganda anti-fumo. Em 1942 a Federação das Mulheres Alemãs (BDM) lançou uma campanha contra o consumo de fumo e álcool. A Frente Alemã do Trabalho também desenvolveu muitas campanhas, onde se faziam muito insistentes, com os efeitos prejudiciais do tabaco para a saúde.


Estas campanhas estavam apoiadas também por uma legislação, que proibia fumar tanto alunos como professores em muitas escolas.

Considerava-se como negligência criminosa se os motoristas envolvidos em acidentes estavam fumando. Controlou-se estritamente a publicidade do fumo, e foi criada uma discussão sobre se os pacientes com doenças derivadas do tabagismo deviam receber o mesmo tratamento que os pacientes com doenças não derivadas do consumo de fumo.

A luta contra o tabagismo foi só um dos assuntos de saúde que receberam atenção por parte da Alemanha Nacional socialista. Também foram levadas a cabo campanhas contra o consumo de álcool. Recomendava-se consumir frutas e verduras, pão integral e não abusar das gorduras. Uma marcante figura da medicina do III Reich, Erwin Klein, predisse que no futuro se descobriria que o câncer era um resultado de uma dieta inconveniente. O consumo em excesso de creme era também particularmente desaprovado. O jornal oficial das SS, 'Das Schwarzes Korps', falou numa ocasião sobre os turistas alemães na Áustria que visitavam os cafés, que davam uma imagem "de onde se pode pensar que a Grande Alemanha foi criada só para que seus cidadãos pudessem “se encher” de bolos com creme". Um proeminente slogan pró-militarista rezava: "Poder de combate ou creme?".


Outro fator que se mostrou muito interesse sobre a noção de que um ambiente intra-uterino afetado pela nicotina e pelo álcool teria conseqüências no desenvolvimento dos filhos. Um manual de saúde de 1942 para mulheres grávidas proclamava: "Mães, deveis evitar absolutamente o álcool e a nicotina durante a gravidez e a lactância de vossos filhos. Estes elementos dificultam, danificam e destroem o curso normal da gravidez. Beber suco de frutas".

Apesar das campanhas levadas a cabo, entre 1933 e 1938 o consumo de fumo na Alemanha aumentou, com umas taxas de incremento superiores às da França que desenvolvia campanhas anti-tabaco menos ativas. O consumo per capita de cigarros na Alemanha entre 1932 e 1939 passou de 570 a 900 cigarros por ano, enquanto na França passou 570 a 630 cigarros por ano no mesmo período de tempo.

Igualmente que hoje em dia, há que levar em conta que as companhias tabaqueiras exerciam um grande poder econômico e político, e os ativistas anti-fumo alemães se queixavam freqüentemente de que seus esforços não podiam ser equiparados aos anúncios do "Estilo Americano" que utilizava a indústria do fumo. Os produtores nacionais de fumo neutralizaram toda a crítica mostrando-se como uns dos primeiros e ferventes apoiadores do Nacional socialismo, e não há que esquecer que as S.A (Sturm Abteilung) manufaturavam seus próprios cigarros das marcas Trommler, Alarm, Sturm e Neue Front Cigarettes na fábrica "Sturm Zigaretten".

Assim mesmo, a indústria tabaqueira lançou vários novos jornais e revistas com o propósito de contrariar a propaganda anti-fumo. Com uma estratégia que repetiriam nos Estados Unidos depois da II Guerra Mundial, algumas destas publicações tentavam desacreditar o movimento anti-fumo qualificando-lhes como "fanáticos" e "carentes de todo rigor científico".

Também há que levar em conta que o fumo cria uma importante fonte de renda para o tesouro público. Entre 1937 e 1938, as rendas provenientes dos impostos e tarifas sobre o fumo atingiram um bilhão de marcos do Reich. Em 1941, como resultado da união do Reich com a Áustria e a Boêmia, estas rendas foram incrementadas ao dobro. De acordo com o Escritório Alemão de Orçamentos Públicos, as rendas do fumo foram de 1/12 parte das rendas totais do Estado. Dizia-se que 200.000 de alemães viviam direta ou indiretamente da indústria do fumo, um argumento que foi rapidamente “dando a volta” daqueles que diziam que a Alemanha precisava de trabalhadores em indústrias realmente produtivas para a nação, pessoas que podiam ser recrutadas entre as que trabalhavam na indústria do tabaco.

As políticas anti-fumo na Alemanha se aceleraram no final dos anos 30, e nos primeiros anos da II GM o consumo de fumo já tinha começado a declinar. A Luftwaffe proibiu fumar em suas instalações em 1938, o mesmo que o Serviço Postal. A proibição de fumar se estendeu a muitos centros de trabalho, escritórios do governo, hospitais e casas de repouso.

O NSDAP proibiu fumar em seus escritórios em 1939, e nesse mesmo ano o chefe das SS, Heinrich Himmler anunciou a proibição de fumar para todos os policiais uniformizados e oficiais das SS enquanto estivessem de serviço, o que não impediu que, durante a guerra, um dos presentes que entregava Himmler aos membros da Waffen SS que tinham destacado, fosse um “porta-cigarros de prata” com sua assinatura pessoal.

Também no ano 1939 a revista da Associação dos Médicos Americanos apresentou um decreto de Hermann Goering onde se proibia que os soldados fumassem na rua enquanto estivessem de serviço, em marchas e desfiles, e nos períodos de permissão. 60 das principais cidades alemãs proibiram fumar nos transportes públicos em 1941, e em 1944 a proibição se estendeu a todas as cidades alemãs, incluindo os trens, vindo esta iniciativa do próprio Hitler, que estava preocupado pela exposição ao fumo das jovens condutoras. Também se proibiu fumar nos refúgios antiaéreos, ainda que em alguns deles tinham zonas separadas para fumantes. Durante os anos da guerra os cupons de racionamento de fumo foram denegados às mulheres grávidas e para todas as que tivessem menos de 25 anos, e os restaurantes e os cafés tinham proibido a venda para seus clientes. Estas medidas tinham como fim preservar a saúde das mulheres. A partir de 1943 foi decretado a proibição de fumar em público para todos os menores de 18 anos. Todas estas políticas se emolduravam dentro de uma campanha que pretendia marcar "o princípio do fim" do consumo de tabaco na Alemanha.

A epidemiologia sobre o fumo Alemão naquela época era a mais avançada em sua época. Os doutores Franz H. Muller em 1939 e Eberhard Schairer e Erich Schoniger em 1943 foram os primeiros a utilizar grupos de estudo seguindo métodos epidemiológicos para documentar a relação entre o câncer de pulmão e os cigarros, como mencionamos acima. Muller concluiu que "o importante aumento no consumo de fumo é a principal e mais notória causa do incremento da incidência de câncer de pulmão". As doenças do coração também foram mencionadas como umas das doenças mais graves produzidas pelo consumo de fumo. Nos últimos anos da guerra, se suspeitava da nicotina como a causadora das falhas coronárias sofridas por um surpreendente número de soldados na frente do Leste. Em 1944, um relatório de um médico militar apresentou que 32 jovens soldados dos quais tinha examinado uma vez mortos na frente de batalha por ataques do coração tinham sido todos "fumantes entusiastas". Este médico citava em seu relatório o patologista de Friburgo, Franz Buchner, que considerava que os cigarros deviam ser considerados "um veneno coronário de primeira ordem".

Em 20 de Junho de 1940, Adolf Hitler ordenou que as rações de fumo fossem distribuídas entre os soldados "de um modo que dissuadisse os soldados de fumar". As rações de cigarros estavam limitadas a 6 cigarros por pessoa ao dia. Com rações alternativas disponíveis para os não fumantes, como chocolate ou comida extra. Em ocasiões muito limitadas tinha cigarros extra disponíveis para fumar, mas estavam limitados a 50 ao mês por pessoa. As rações de fumo não podiam ser providas às mulheres da Wehrmacht. Uma ordem de 3 de novembro de 1941 aumentou as taxas sobre o fumo para um nível tão alto como nunca tinha estado, sendo entre 80% e 95% do preço de venda, com o fim de aumentar o preço e desincentivar o consumo. Depois da morte de Adolf Hitler, tiveram que passar mais de 25 anos para que as taxas sobre o fumo voltassem a incrementar.


Os efeitos destas e outras medidas, como as leituras por parte de médicos para desincentivar o consumo de fumo entre os soldados, conseguiram reduzir o consumo de fumo entre os militares durante os anos da II GM. Uma pesquisa efetuada em 1944 entre 1.000 membros do exército mostrou que enquanto a proporção de soldados fumantes tinha aumentado (só 12,7% eram não fumantes), o consumo de fumo tinha decrescido (em 14%). Mais militares eram fumantes (deles 10 tinham adquirido o hábito durante a guerra, enquanto só 7 tinham deixado), mas a média de consumo per capita de cada soldado tinha baixado quase 25% (23,4%) um consumo muito menor que o dos anos da préguerra entre o mesmo grupo. O número de fumantes ''intensivos'' (mais de 30 cigarros ao dia) tinha reduzido de 4,4% à 0,3%, e quedas similares foram registradas para os fumantes de ''intensidade média''.

A pobreza do pós-guerra provocou que o consumo não aumentasse. De acordo com as estatísticas oficiais alemãs, o consumo de fumo não voltou aos níveis da pré-guerra até meados dos anos 50. A queda foi muito significativa: o consumo alemão per capita diminuía a mais da metade entre 1940 e 1950, enquanto, por exemplo, o consumo nos EE.UU. dobrou durante esse período. Na França também aumentou, ainda que durante os quatro anos da ocupação alemã o consumo de cigarros diminuiu ainda mais do que na Alemanha. Depois da guerra, a Alemanha perdeu sua posição como a nação com umas das campanhas e uma ciência anti-tabaco mais agressiva. Depois da morte de Hitler, muitos dos doutores que trabalharam na campanha anti-fumo ou bem perderam seu trabalho ou foram silenciados. Karl Astelm, diretor do Instituto de Jena de Investigação dos Riscos do Fumo, que era, além disso, o reitor da Universidade de Jena e oficial das SS, suicidou-se em seu escritório na noite de 3 para 4 de Abril de 1945. O responsável dos Assuntos de Saúde do Reich, Leonardo Conti, outro ativista anti-tabaco, suicidou-se em 6 de outubro de 1945 numa prisão aliada onde estava à espera do julgamento por sua participação no programa de eutanásia. Hans Reiter, presidente do Escritório de Saúde do Reich, que numa ocasião definiu a nicotina como "o maior inimigo da saúde do povo" e "o estorvo número um da economia alemã" foi internado durante dois anos numa prisão americana, e posteriormente trabalhou como médico numa clínica de Kassel, não voltando jamais a exercer na saúde pública. O Gauleiter Fritz Sauckel, o cabeça do movimento anti-fumo de Turíngia e avalista em seus começos do Instituto de Investigação dos Riscos do Fumo, foi executado em 1 de Outubro de 1946. É surpreendente que todos os esforços para reduzir e eliminar o tabagismo na Alemanha fossem esquecidos depois da guerra.

Claramente havia alguns vínculos consideráveis entre promover alguns estilos de vida sãos e a idéia de defesa da raça. O fumo e o álcool eram considerados como "venenos genéticos" que levavam à degeneração do povo alemão, já que afetavam a fertilidade e podiam causar danos nos cromossomos. Talvez por este motivo, a opção por promover hábitos saudáveis durante o III Reich não foi dado a conhecer para o grande público, que como resultado de 70 anos de propaganda seguem pensando que todo "nazista" é mal e detestável por natureza.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Adolf Hitler: O Humanitário

Direito dos Trabalhadores

Era uma prática habitual na Europa que o proprietário de uma fábrica tivesse o poder de demitir imediatamente um empregado. Não havia nenhum recurso contra tratamento injusto de um empregador. Por outro lado, proprietários de fábrica não possuíam nenhuma proteção contra prejuízos provocados por greves e demandas por aumentos irrealistas de salário.

Adolf Hitler instituiu direitos legais justos para ambos: proprietários de fábricas e trabalhadores. Três órgãos reguladores foram legalmente estabelecidos para fornecer essa proteção.

Toda empresa com 20 ou mais pessoas deveria ter um “Conselho da Confiança”. Este conselho tinha o dever de promover o companheirismo e o trabalho em equipe dentro da empresa. Esperava-se do mesmo que resolvesse os litígios trabalhistas. Ambos, trabalhadores e a gerência tinham voz ativa na composição deste conselho. Disputas não resolvidas poderiam ser submetidas às “Comissões de Trabalho”.

As “Comissões de Trabalho” eram órgãos regionais que supervisionavam os “Conselhos de Confiança”. Eram essencialmente árbitros e conciliadores designados pelo estado, sem interesse em favorecer trabalhadores ou empresários. Devido à natureza técnica da indústria de manufatura, as “Comissões de Trabalho” eram assistidas pelo “Conselho Consultivo de Especialistas”, compostos pelos principais técnicos em seus campos de especialização.

Um “Tribunal de Honra Social” foi estabelecido para resolver os litígios trabalhistas que a “Comissão de Trabalho” não pudesse resolver. Cada tribunal era presidido por um juiz de carreira, assistido por dois juízes adjuntos, um representando os trabalhadores e outro representando a gerência. O sistema foi revolucionário e surpreendentemente bem sucedido. O mundo não havia visto nada como isso antes. O sistema com seus freios e contrapesos foi o mais esclarecido na história humana e o mundo não viu nada melhor desde então.

Greves violentas, bloqueios e ausências freqüentes no trabalho tornaram-se fatos do passado a pós a melhoria das relações entre trabalhadores e proprietários. Pelo fato do conflito de classes ser fundamental na estratégia marxista, a ameaça comunista de tomar o poder na Alemanha desintegrou-se e desapareceu.

Cartaz criado por Adolf Hitler: “A suástica une todas as classes”

Adolf Hitler também introduziu o regime de quarenta horas de trabalho por semana na Europa. As horas-extras de trabalho eram agora remuneradas em uma taxa crescente, o que não era feito em nenhuma outra parte do continente naquele tempo. E porque o regime diário de trabalho de oito horas tornou-se a norma, as horas-extras de trabalho tornaram-se mais facilmente disponíveis.

Enquanto muitos destes direitos são garantidos hoje, deve-se lembrar que naquele tempo, tal proteção social era desconhecida fora da Alemanha.


“Eles devem aprender a respeitar uns aos outros e a serem respeitados novamente – o intelectual deve respeitar o trabalhador manual e vice versa. Um não pode existir sem o outro” – Adolf Hitler – escrito durante a prisão – 1924.

Adolf Hitler freqüentemente visitava as fábricas para ele mesmo ver e ouvir dos trabalhadores e da gerência, se a nova legislação estava melhorando sua situação no trabalho. Ele andava pelas fábricas sem seguranças entre centenas de homens munidos de chaves de parafuso e gruas. Em seus doze anos de serviço e muitas fábricas visitadas, nunca houve um incidente adverso. Os trabalhadores o idolatravam.

Adolf Hitler encontra-se com trabalhadores rurais

Em uma outra inovação de Adolf Hitler, os intervalos durante o trabalho foram aumentados para duas horas por dia, assegurando uma ótima oportunidade para os trabalhadores relaxarem e usarem os campos para jogos e outras instalações que as grandes indústrias eram agora obrigadas a proporcionar.

Todo trabalhador alemão também recebia pensão e seguro em caso de doença ou incapacidade.

“Nós não eliminamos as classes para substituí-las por outras; nós eliminamos as classes para fazer com que o povo alemão se torne uno. Nossa educação também treina o homem para respeitar a realização intelectual: enquanto um nós persuadimos a respeitar a espada, outro nós persuadimos a respeitar a bússola ou a caneta. Todos agora são companheiros compatriotas alemães e é a realização de cada uma que determina o seu valor... O que é necessário é ensinar a cada classe e profissão a importância das outras. Todos juntos formam um poderoso organismo: operário, camponês e profissional.” – Adolf Hitler.

Higiene e Repouso no Local de Trabalho

No início dos anos 30, o mundo das fábricas era utilitarista e hostil para o corpo e espírito humano.

Ambientes funcionais escuros e de mau-cheiro para o trabalho pesado. Mas em 1933 a legislação obrigou as fábricas alemãs a se adequarem a um alto padrão de limpeza e higiene. As áreas internas tiveram que ser abertas para a luz.

As grandes fábricas tiveram que providenciar áreas de descanso, lanchonetes, vestiários adequados e até campos para jogos e piscinas.

Era um princípio que as condições de trabalho não poderiam prejudicar o bem-estar físico e espiritual dos trabalhadores.

Concertos e outros entretenimentos de grupos visitaram o país, acrescentando variedade e cultura ao ambiente de trabalho.

Em três anos, 17.000 lanchonetes foram criadas dentro das fábricas. Além disso, 13.000 instalações sanitárias com água encanada foram disponibilizadas para trabalhadores que anteriormente tinham que se contentar com primitivas latrinas e lavatórios.

Concertos tornaram-se uma atividade regular nas grandes fábricas. Berlim - 1943

Taxa de Criminalidade

Anarquia, prostituição, contrabando e outras mazelas anti-sociais estavam generalizados antes de Adolf tornar-se Chanceler. Atacando o problema de várias formas, o crime foi praticamente eliminado e as ruas das cidades tornaram-se regiões seguras e dignas, aptas para a vida familiar novamente.

“Milhares de americanos, ingleses e franceses visitaram a Alemanha durante os meses posteriores à revolução nacional e seriam capazes de depor como testemunhas oculares que não há nenhum país no mundo no qual a lei e a ordem são melhor mantidos que na Alemanha dos dias atuais. Que não há nenhum país no mundo em que a pessoa e a propriedade sejam mais respeitadas que no nosso, e que, talvez, não haja país no mundo que lute mais rigorosamente contra aqueles que acreditam serem livres para deixarem soltos seus mais baixos instintos em detrimento de seus semelhantes.” - Adolf Hitler.

Maternidade e Cuidados com a Infância

A organização “Mãe e Criança” foi fundada para assegurar bem-estar, saúde, segurança, segurança financeira e lazer para as mães e seus filhos e também para mulheres grávidas. Os 26.000 centros locais criados por volta de 1937 proporcionavam festividades a 1.800.000 crianças. Além disso, 4.319 novas creches e jardins de infância foram criados.

“Hoje na Alemanha há cerca de dois terços mais de creches que antes do Nacional-Socialismo assumir o poder. Milhares e milhares de crianças foram enviadas para casas especiais de festividades e de veraneio no interior do país e em praias. Seu número seria suficiente para para acompanhar os dois lados da rodovia Berlim-Nuremberg.” - Herr Hilgenfeldt. Chefe da Organização de Bem-Estar.

Cartaz do NSDAP, encorajando a saúde e os valores da família

Em 1937, foram aprovadas novas leis que tornaram ilegal a venda de álcool a menores. A Alemanha estabeleceu punição por dirigir sob a influência de álcool e reforçou a medida através da aplicação de testes sanguíneos a motoristas.

O governo alemão promoveu o consumo de água mineral como substituto ao álcool e conduziu extensas campanhas dirigidas aos jovens para encorajá-los a comer e beber saudavelmente e praticar bastantes exercícios; uma mente sã em um corpo saudável.


“Após 1945, Hitler foi acusado de todo tipo de crueldade, mas não estava em sua natureza ser cruel. Ele adorava as crianças. Era algo completamente natural para ele parar seu carro e dividir sua comida com jovens ciclistas ao longo da estrada. Uma vez, ele deu sua capa de chuva a um trabalhador desamparado durante uma chuva. No meio da noite ele poderia interromper seu trabalho para preparar comida para o seu cachorro Blondi.” - General Leon Degrelle.

Fonte:
http://adolfthegreat.com/Trails-Talent/humanitarian-maxi.html

terça-feira, 21 de abril de 2009

Cruz de Honra das Mães Alemãs

Hitler sempre valorizou as mulheres em reconhecimento aos seus méritos ao lado do III Reich. Uma das formas de reconhecimento, instituída em 16 de Dezembro de 1938 por iniciativa do próprio Adolf Hitler, foi a criação de uma condecoração conhecida como "Cruz de Honra das Mães Alemãs" (Ehrenkreuz der deutschen Mutter ou Mutterkreuz), que era concedida às mulheres que davam à Alemanha filhos "Ariernachweis" (de descendência ariana).

Uma mãe poderia receber a condecoração nas classes de bronze, prata ou ouro, dependendo da quantidade de filhos que gerara. Uma mãe com quatro filhos era condecorada com a medalha de bronze, com seis filhos recebia a medalha de prata e com oito filhos a de ouro. Houve até uma medalha de ouro incrustada com diamantes, que foi atribuída a um pequeno número de mulheres que tiveram entre doze e catorze filhos.

É importante recordar que um dos problemas enfrentados pela Alemanha, após a I Guerra Mundial e com a crise econômica dos anos 20, estava a diminuição do índice de natalidade. Como forma de garantir a geração de novos alemãs, houve o incentivo para que as mulheres tivessem filhos, não apenas condecorando-as com medalhas, mas garantindo a elas novos benefícios com a criação do sistema de seguridade social mais avançado do mundo na época, além de benefícios concedidos aos filhos.

Em 1939, mais de três milhões de mulheres receberam a condecoração. Mulheres das regiões anexadas pelo III Reich (como a Áustria e Danzig) também eram elegíveis à premiação.

As mães eram premiadas anualmente em 12 de Agosto (aniversário da mãe de Hitler) e no segundo domingo de maio (dia das mães).
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Cruz de Honra das Mães Alemãs em ouro, prata e bronze.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Aniversário de Adolf Hitler

Hoje é dia 20 de abril, aniversário de Adolf Hitler - o eterno guia do Nacional-Socialismo!
Hitler, Alles Gute zum Geburtstag!

1ª Parte:

2ª Parte:

3ª Parte:

4ª Parte: